Desde o alvorecer da Era espacial a humanidade sonha com sua expansão pelo sistema solar e além.
Dentre tantas teorias e objetivos que integram este sonho, o mais concreto que alcançamos foi a chegar até a Lua.
Imaginamos estabelecer ali bases, colônias humanas, sistemas de apoio para missões tripuladas até outros corpos do nosso sistema solar e espaço profundo.
Conhecemos melhor o "nosso" satélite natural, reconhecemos seu potencial energético e mineral, no entanto, tantos projetos magníficos foram adiados ou até mesmo, esquecidos.
Fatores econômicos, políticos e até mesmo tecnológicos podem ser apontados como causas do atraso na concretização de tantos projetos envolvendo a Lua.
Em uma análise leiga, o atual anseio por colonizar Marte, se demonstra extremamente mais perigoso e caro para nossa espécie do que se estabelecer a longo prazo na Lua.
Fugindo da perspectiva cética dos motivos que limitaram nossa plena conquista da superfície lunar, somos impelidos a cogitar outro extraordinário fator..., A PRESENÇA NA LUA DE UMA ESPÉCIE EXTRATERRESTRE INTELIGENTE.
Não se assuste ou se deixe permear pelo preconceito.
Se você já acompanha este blog sabe exatamente do que estamos falando e do seu alcance, mas se você está visitando pela primeira vez, em algum momento já ouviu falar de algumas das teorias pseudocientíficas ou conspiratórias que envolvem o nosso satélite natural e, em particular, da presença de uma possível espécie extraterrestre inteligente em sua superfície ou subsolo.
Intrigante no mínimo, não é mesmo?!
Mas, estamos aqui desde 2011 buscando e indicando as evidências de que no mínimo, a Lua está repleta de estruturas artificiais e outros indicativos de uma interferência extraterrestre inteligente que talvez possa ter passado por nosso sistema solar em um passado muito distante.
Se isso é possível, poderia aquela espécie ter realizado processos de mineração na superfície lunar?
Alguns teóricos defendem que sim, dado o imenso potencial energético lunar (minerais exóticos e He³).
Com base nos estudos sobre a Lua sabemos que os processos que formaram as crateras lunares, em sua variedade de diâmetros e distribuição, estão relacionados diretamente com o impacto de meteoros e em particular, as mais antigas crateras com o evento conhecido como "Bombardeamento Tardio". Curiosamente, em que pese as discrepâncias com o diâmetro entre as crateras lunares, a maioria possui semelhança em sua profundidade.
Poderíamos reunir informações das mais variadas, com cunho científico e pseudocientífico, para formar uma linha de análise no tange os aspectos incomuns da superfície lunar, mas..., gostamos é de mostrar o que descobrimos.
ALGUMAS CRATERAS LUNARES FORAM TRANSFORMADAS EM CAMPOS DE MINERAÇÃO???
LUA - UM AMBIENTE CAÓTICO?
Mineração na Lua? - sim, a Lua é rica em recursos energéticos e minerais, particularmente nas regiões de impacto das crateras lunares, onde a força do impacto, em tese, expôs recursos existentes no subsolo lunar.
Apenas relembrando, as fotos que serviram de fonte desta e de outras análises, já apresentadas no blog, são as melhores em termos de qualidade de resolução já publicadas pela missão LROC - WAC.
Assim, a coloração que você vê nas fotografias revela a riqueza mineral da superfície lunar, e.g. (azul = titânio).
O que vamos apresentar abaixo são imagens obtidas de fontes fotográficas oficiais (LROC - WAC), com a melhor qualidade de resolução já vista.
As crateras possuem características incomuns e no seu entorno podem ser encontrados padrões estruturais que já mapeamos e apresentamos em postagens anteriores (tecnoassinatura extraterrestre).
Abaixo seguem alguns exemplos destas crateras mapeadas nas fotografias destacadas.
FOTO (A)CRATERA MOLTKE
FOTO (A)
REGIÃO DA CRATERA TORRICELLI
FOTO (A)
REGIÃO DA CRATERA MONGE
FOTO (A)
CRATERA COOK
FOTO (A)
PONTO DE REFERÊNCIA CRATERA BIOT
FOTO (A)
CRATERA BIOT
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (A) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (7.94 GIGAPIXELS).
REGIÃO DA CRATERA:
FOTO (A)
CRATERA LANGRENUS
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (A) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (7.94 GIGAPIXELS).
REGIÃO DA CRATERA:
FOTO (B)
FOTO (B)
PONTO DE REFERÊNCIA CRATERA MALYY
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (B) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (499 MEGAPIXELS).
REGIÃO DA CRATERA:

FOTO (B)
PONTO DE REFERÊNCIA CRATERA TSINGER (ZINGER)
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (B) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (499 MEGAPIXELS).
REGIÃO DA CRATERA:
FOTO (B)
PONTO DE REFERÊNCIA CRATERA NIJLAND
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (B) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (499 MEGAPIXELS).
FOTO (B)
PONTO DE REFERÊNCIA CRATERA HARTMANN
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (B) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (499 MEGAPIXELS).
REGIÃO DA CRATERA:
FOTO (B)
CRATERA OLCOTT
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (B) VIA GIGAMACRO - OTIMIZAÇÃO DE PIXELS (499 MEGAPIXELS).
REGIÃO DA CRATERA:
FOTO (C)
PONTO DE REFERÊNCIA CRATERA FLAMSTEED
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (C) VIA GIGAPAN
REGIÃO DA CRATERA FLAMSTEED:
FOTO (C)
REFERÊNCIA CRATERA LETRONNE
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (C) VIA GIGAPAN
REGIÃO DA CRATERA (1):
REGIÃO DA CRATERA (2):
REGIÃO DA CRATERA (3):
FOTO (C)
REFERÊNCIA CRATERA KUNDT
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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FOTO (C) VIA GIGAPAN
Bom, se você chegou até aqui, deve estar se perguntando o que exatamente significa tudo isso..., essas crateras incomuns cercadas de estruturas e com nítido processo de escavação nas regiões onde estão localizadas?
FOTO (C)
REFERÊNCIA CRATERA LASSEL
FONTE: LROC - WAC (Empirically Normalized)
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