PVGU-Lab v0.5: Navegação no Espaço-Tempo por Ressonância
O Universo em Paradoxo evolui a investigação iniciada em 2011 para uma auditoria técnica de anomalias espaciais. Sob o rigor do PVGU (Princípio da Vibração Geométrica), decodificamos a assinatura estrutural de fenômenos que desafiam a física clássica. Aliamos o índice matemático ONTI ao Paradoxo da Naturalidade Operacional (PNO) para transformar registros oficiais em dados auditáveis. Um espaço onde a ciência de fronteira enfrenta o impossível estatístico.
Estamos nos aproximando da postagem número 200 desta série de postagens dedicadas à busca de evidências de tecnoassinatura extraterrestre na superfície lunar.
Quando iniciamos esta série de postagens em 5 de setembro de 2018 (https://universo-realidadeextrema.blogspot.com/2018/09/lua-indicios-de-construcoes-e-complexos.html), já havíamos analisado diferentes fontes fotográficas oficiais e astro amadoras, destinadas ao estudo e observação lunar.
Como resultado destas análises, comparativas, foi possível identificar e mapear estruturas não naturais claramente visíveis, dentre elas, esferas, torres, objetos discoides, escavações lineares e triangulares, estruturas piramidais, artefatos e estruturas esculpidas/escavadas no solo e em elevações lunares.
Compreendemos as dificuldades analíticas impostas pela qualidade da grande maioria das fontes fotográficas, no entanto, mesmo assim, diante da análise comparativa foi possível constatar a existência de padrões capazes de descartar a ocorrência de pareidolia.
Percebemos que estas estruturas padronizadas estão distribuídas por regiões distintas da superfície lunar, ora individualizadas e ora, reunidas formando o que chamamos de GIGANTESCOS COMPLEXOS ESTRUTURAIS LUNARES.
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