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PVGU–BHVOID v24: Buracos Negros, Voids Cósmicos e a Impedância de Balthazar

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PVGU–BHVOID v24: Buracos Negros, Voids Cósmicos e a Impedância de Balthazar Physical Projection / Impedance Geometry Test — a conexão estrutural entre compressão e rarefação no espaço-tempo Português English Español 1. Continuidade da série PVGU–BHVOID Este artigo dá continuidade às postagens anteriores sobre o Princípio da Vibração Geométrica Universal — PVGU , especialmente à linha de investigação que relaciona buracos negros , ondas gravitacionais e grandes voids cósmicos . A intuição original do PVGU não era simplesmente afirmar que buracos negros “aparecem próximos” de voids. A hipótese é mais profunda: o espaço-tempo pode possuir regiões geometricamente acopladas , nas quais extremos de compressão e rarefação formam uma estrutura física mensurável. Postulado central: Buracos negros representam nós de compressão geométrica extrema . Voids cósmicos representam domínios de rarefação geométrica extrema . Ondas gravitacionais podem f...

LUA - INDÍCIOS DE CONSTRUÇÕES E COMPLEXOS ESTRUTURAIS - PARTE 117

Defendemos a ideia de que a região do polo norte lunar, especificamente na "Zona Terminator", possui uma grande concentração de padrões estruturais e objetos, produzidos por uma espécie extraterrestre inteligente, em que pese, estes padrões estarem presentes também em outras regiões da superfície lunar.

Nos dias 27 e 29 de agosto de 2018, publicamos a análise de duas fotografias, obtidas pela missão Apollo 12, respectivamente, as fotos AS12-51-7486 AS12-51-7530, onde os principais padrões e objetos destacadas, se somam aos que já foram descobertos e apresentados, aqui, nas postagens anteriores.

Link 1 

Link 2 


A complexidade do ambiente lunar, sua geografia, formações montanhosas e crateras de variados diâmetros, afetam a capacidade de análise e busca de possíveis padrões estruturais e outros objetos.

A qualidade de processamento da grande maioria das fotografias é outro fator que "mascara" a capacidade de percepção visual de detalhes. 

Ocorre que ao longo do exercício de análise e busca de possíveis evidências do emprego de tecnologia extraterrestre na superfície lunar, acabamos nos adaptando com esse complexo ambiente e assim, conforme temos demonstrado até o momento, a identificação mesmo que visual de padrões e objetos anômalos, se torna apurada.

Não vamos repetir aqui as mesmas argumentações que já foram expressadas nas postagens anteriores, vamos apenas tentar demonstrar, com a reanalise da fotografia AS12-51-7530, alguns dos elementos que defendemos como indicativos do emprego de tecnologia extraterrestre na lua.

Ao longo de nossa busca, percebemos como um possível indicativo, os indícios de escavação linear no solo, alguns com padrão triangular e com grandes dimensões e outros, como destacaremos abaixo, possuindo linhas e delimitações definidas e com clara aparência de mineração da superfície lunar.

Escolhemos a foto abaixo pelo fato de nos proporcionar uma perspectiva, relativamente completa da ideia que estamos defendendo.

A foto mostra  a região da cratera lunar MARCONI, que possui ~73 Km de diâmetro.


MISSÃO APOLLO 12.
FOTO: AS12-51-7530
LINK: 



Não parece muito promissor, não é mesmo?

Mas, se observamos com a devida cautela na região que destacamos com as linhas vermelhas, é evidente que existe um padrão de escavação linear que se estende até o topo, também escavado de uma "montanha lunar". 

Na primeira análise que realizamos nesta região, destacamos, como dito anteriormente, inúmeras esferas e outros objetos peculiares, dentre eles uma visível estrutura branca acompanhada por uma esfera, e com uma espécie de tubulação fixada numa abertura no solo.


Por si só, é uma estrutura interessante, no entanto, não é apenas a sua caraterística incomum que, pode nos levar à afirmar que se trata propriamente de uma espécie de máquina de mineração extraterrestre, o que nos possibilita ter certeza de que estamos diante de uma grande evidência, é todo o conjunto de objetos e estruturas anômalas, bem como, o contexto da região na qual ela está inserida.

Para ver os destaques que realizamos, acesse o link da primeira análise.

Abaixo, destacaremos os principais padrões estruturais que em conjunto com a estrutura acima, formam o Gigantesco Complexo Estrutural Lunar.



Além das esferas e outros objetos, estas são as maiores estruturas que conseguimos identificar na imagem.

Com a utilização do recurso de "zoom" e algumas alterações nos atributos da imagem, como contraste e brilho, conseguimos obter uma melhor visualização das estruturas. 

Sempre se lembre: 





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