OS VESTÍGIOS DA HISTÓRIA SECRETA DA HUMANIDADE!?




Um lugar muito próximo

A história da civilização denominada humana possui incontáveis capítulos.

Muitos foram registrados.

Outros foram esquecidos.

E alguns talvez tenham sido definitivamente apagados — pelas forças da natureza, pela passagem inexorável do tempo ou pela própria ação humana.

Civilizações desapareceram.

Paisagens foram transformadas.

Oceanos avançaram sobre antigas terras.

Montanhas foram erodidas.

Sedimentos soterraram vestígios.

Vulcões destruíram cidades.

E o próprio desenvolvimento da humanidade, ao longo de milhares de anos, modificou profundamente o planeta que habitamos.

Talvez por isso exista uma pergunta que mereça ser feita:

onde poderíamos procurar aquilo que a Terra já não consegue preservar?

Talvez a resposta esteja muito mais próxima do que imaginamos.

Apenas 384 mil quilômetros nos separam, em média, de um mundo que acompanha a história da Terra há bilhões de anos.

A Lua.

Um corpo celeste que não possui oceanos, vegetação ou uma atmosfera densa capaz de apagar continuamente suas marcas como acontece na Terra.

Sua superfície também não é imutável. Impactos de meteoroides, atividade sísmica, processos térmicos e movimentação do regolito continuam transformando determinadas regiões.

Mas muitas marcas permanecem.

Crateras produzidas há milhões ou bilhões de anos ainda podem ser identificadas.

Registros geológicos extremamente antigos continuam acessíveis.

E cada missão lunar acrescenta novas camadas a esse enorme arquivo natural.

É por isso que a Lua pode ser muito mais do que um destino para futuras missões humanas.

Pode ser também um arquivo.

Um arquivo do próprio Sistema Solar.

Um arquivo da história da Terra.

E, em uma hipótese muito mais ousada, um arquivo capaz de preservar vestígios de acontecimentos que desapareceram completamente de nosso planeta.

Isso não significa que existam relíquias humanas ou não humanas na Lua.

Não temos essa conclusão.

Mas a pergunta pode ser investigada.

Se alguma civilização terrestre muito antiga tivesse alcançado a Lua — hipótese para a qual não existe evidência científica estabelecida — determinadas marcas poderiam, em princípio, sobreviver muito mais tempo na superfície lunar do que sobreviveriam na Terra.

E se alguma civilização não terrestre tivesse utilizado a Lua em algum momento de sua história?

A pergunta seria ainda mais extraordinária.

Mas continuaria sendo uma pergunta.

Não uma resposta.

É justamente por isso que imagens, mapas, modelos topográficos, dados espectrais e registros das diferentes missões lunares merecem ser analisados com cuidado.

Talvez encontremos apenas geologia.

Talvez encontremos processos naturais que ainda não compreendemos completamente.

Talvez algumas aparentes estruturas desapareçam quando examinadas com dados melhores.

E talvez, algum dia, encontremos algo realmente inesperado.

A questão é que ainda não sabemos.

E talvez seja esse o aspecto mais fascinante de todos.

Porque o lugar onde poderíamos procurar algumas das respostas perdidas da nossa própria história não está escondido em uma galáxia distante.

Está no céu.

Um lugar muito próximo.

A Lua. 🌕


MISSÃO APOLLO 17

FOTOGRAFIA: AS17-157-23828


http://www.lpi.usra.edu/resources/apollo/frame/?AS17-157-23828
https://flic.kr/p/zrTxLA


Image Collection: 35mm Nikon
Mission: 17
Magazine: 157
Magazine Letter: VV
Revolution: io
Latitude / Longitude: 12.1° S / 120.8° E
Lens Focal Length: 55 mm
Camera Tilt: 63°
Camera Azimuth: 331
Camera Altitude: 111 km
Sun Elevation: 14°
Film Type: 2485
Film Width: 35 mm
Film Color: black & white









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