PVGU-Lab v0.5: Navegação no Espaço-Tempo por Ressonância
O Universo em Paradoxo evolui a investigação iniciada em 2011 para uma auditoria técnica de anomalias espaciais. Sob o rigor do PVGU (Princípio da Vibração Geométrica), decodificamos a assinatura estrutural de fenômenos que desafiam a física clássica. Aliamos o índice matemático ONTI ao Paradoxo da Naturalidade Operacional (PNO) para transformar registros oficiais em dados auditáveis. Um espaço onde a ciência de fronteira enfrenta o impossível estatístico.
Dando continuidade à série de postagens intituladas "Anomalias na Lua", onde buscamos apresentar evidências que possam indicar a presença de atividade extraterrestre em nosso satélite — que, por sinal, foi mais uma vez deliberadamente "bombardeado" pela NASA —, investimos nossos esforços na análise de dados de imagens obtidos pelo LROC (Lunar Reconnaissance Orbiter).
Em particular, centramos nossos esforços na imagem da cratera lunar Tycho, como pode ser visto nesta postagem anterior de 19 de outubro de 2012.
A partir do download da imagem disponibilizada no link oficial do LROC, tivemos a surpresa de encontrar determinadas anomalias que de forma alguma se encaixam na alegação científica de que não existem provas concretas da existência de vida extraterrestre inteligente fora da Terra. Podemos pecar por excesso de imaginação, no entanto, é lamentável que ela falte a muitos pesquisadores e cientistas que mantêm mentes fechadas ao "novo".
O que queremos demonstrar é que existem fatos e provas concretas que dão suporte total às teorias e dados apresentados por ufólogos e investigadores dedicados ao trabalho de revelar o que muitos não conseguem ver.
Ainda na análise da cratera lunar Tycho, apresentamos abaixo imagens que denotam a existência de uma civilização extraterrestre na Lua, possivelmente manipulando pelo menos três tipos de OVNIs que são relatados quase diariamente em todo o mundo.
Aconselhamos que você faça a verificação da imagem da cratera Tycho. Temos certeza de que ficará evidente que as estruturas e outras anomalias ali existentes não decorrem apenas de fenômenos naturais.
Obrigado.
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